Blog

Vida de Engenheiro de Software em Helsinque, na Finlândia, com Pedro Pessoa

No episódio de hoje, o Pedro Pessoa, que é Engenheiro De Software e está morando em Helsinque, nos conta como ele tomou a decisão de mudar de país, como é morar lá,  e também como é o mercado de TI na Finlândia.

Tudo começou quando Pedro estava na faculdade e foi aprovado no antigo programa do governo brasileiro chamado “ciências sem fronteiras” para fazer parte da sua graduação numa faculdade dos Estados Unidos e conta que o início não foi fácil, lá ele ficou por 1 ano e meio, onde conheceu sua atual namorada que é da Finlândia.

Ao fim do seu intercâmbio, ele teve que voltar ao Brasil para terminar sua graduação e continuou o namoro a distância com pequenas visitas no decorrer do tempo, até que no fim da sua graduação onde faltava apenas entregar o tcc, resolveu fazer as malas e tentar a vida na Finlândia ao lado da sua namorada.

Ele conta que antes de chegar a Finlândia, optou por tirar sua cidadania italiana que tinha direito devido ao seu avô que era italiano, pois não queria ir morar na Finlândia dependendo de visto. Por isso, passou 6 meses na Itália resolvendo todo o processo burocrático para sua cidadania, assim que conseguiu seus documentos foi direto para Finlândia.

Logo que chegou começou a mandar currículo para as empresas e graças a alta demanda na área de TI na Finlândia, logo conseguiu um emprego e hoje atua como Dev mobile.

A adaptação na Finlândia

A dica que ele dá para quem vai morar fora é fazer amizade, ele conta que dedicou os 6 meses iniciais na Finlândia para construir amizades, principalmente com as pessoas da empresa em que começou a trabalhar.

Pedro conta que não teve dificuldade em fazer amizades pois já chegou com amigos “herdados” da namorada, então não se sentiu sozinho ou deslocado, fazendo ele se adaptar mais facilmente. No trabalho ele também conta que não teve dificuldades já que eles são bem inclusivos, fazendo ele se sentir parte daquele ambiente.

Qualidade de vida e as vantagens de morar na Finlândia

O tempo fora do trabalho é muito respeitado e ele já foi advertido até mesmo pelo chefe por estar trabalhando dentro do escritório fora da sua hora de trabalho.

Dentre as coisas para fazer na Finlândia, ele cita a apreciação da natureza pois lá tem bastante paisagem digna de cartão postal e claro, a experiência das famosas saunas, que é algo muito tradicional do país.

O alto custo de vida na Finlândia

As coisas na Finlândia são muito caras, principalmente hospedagem e por isso, muitas vezes, os próprios finlandeses preferem viajar para fora do país do que visitar lugares dentro do país. Questionado sobre o frio na Finlândia, ele disse que não teve muita dificuldade de se adaptar, que é só se agasalhar bem que dá pra ficar confortável, o único problema mesmo é a falta de sol que é muito comum no norte da Europa, as pessoas ficam deprimidas e por causa da falta do sol, precisam inclusive repor vitamina D.

Quer ouvir essa história completa, dá play aqui no Spotify ou vai lá no YouTube:

Nos siga nas nossas redes sociais: https://solo.to/tpa

UX Designer mudando para Dublin, na Irlanda, com Bruna Campano

No episódio do podcast sobre UX Designer em Dublin, Bruna Campano conta toda sua trajetória até conseguir se mudar com seu marido para Dublin, desde o momento em que começaram a conversar sobre se mudar para fora do país, até hoje em dia que estão empregados e adaptados.

Dos países que eles escolheram analisar, nunca tinham cogitado ir para Irlanda, mas um amigo do Brasil, que trabalhou na mesma empresa que ela, tinha ido para Dublin e convenceu os dois a mandar currículo para empresas de lá.

Pouco tempo depois, seu marido fez um processo seletivo e foi contratado por uma empresa em Dublin. O visto saiu em 4 semanas, numa modalidade chamada visto Critical Skills, que visa atrair profissionais em áreas com pouca mão de obra no país, oferecendo um visto de trabalho também a seus acompanhantes. Aproveitaram que já tinham uma viagem marcada pela Europa para conhecer a Irlanda, mas no meio da viagem, Bruna recebeu também uma proposta de emprego. Terminando a viagem, ela voltou sozinha para o Brasil para empacotar as coisas, vender outras e se despedir da família.

As dificuldades encontradas

Dentre as dificuldades que encontraram no país, a primeira foi própria a ida para a Irlanda por causa do cachorro que estava com eles há 9 anos e queriam levar para lá. O processo é complicado porque na Irlanda não existem diversas doenças que existem no Brasil, então foi preciso fazer exames detalhados, quarentena e comprovar tudo para o governo irlandês.

A outra dificuldade que encontraram foi procurar moradia na Irlanda. Bruna fala que é algo muito caro, difícil de conseguir e os donos das casas tem muito poder, pois colocam muitas regras para o aluguel.

Fora essas dificuldades, ela também fala sobre você se sentir uma criança quando está em outro país, por não saber quais são as leis e os costumes. Dificuldade em entender o que as pessoas dizem por que cada lugar da Irlanda tem um sotaque diferente.

Os prós de morar em Dublin, na Irlanda

Apesar de toda dificuldade que a mudança de país pode trazer, ela fala muito bem sobre a tranquilidade e simpatia do irlandês tanto no trabalho, quanto fora dele. Eles gostam de ouvir a opinião de todos, independente da sua posição na empresa e isso fez ela se sentir mais escutada e valorizada do que no Brasil.

O país está no top 10 de igualdade entre homens e mulheres. A segurança sendo mulher na Irlanda é muito maior que o Brasil. A segurança em geral também é muito melhor. Em média apenas 500 crimes por ano.

Ela também conta que eles tem o costume de fazer suas atividades a céu aberto e por isso eles não tem o costume de ter shoppings como temos no Brasil, as lojas ficam nas ruas, fazendo com que as pessoas tenham que curtir o dia a céu aberto.

Quer ouvir essa história completa, dá play aqui no Spotify ou vai lá no YouTube:

Quer ouvir essa história completa, dá play aqui no Spotify ou vai lá no YouTube: